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CARTAS
EM CHAMAS

#003 - Práticas Espirituais | Os 4 pilares que movem o sobrenatural na vida de um Cristão

MUITOS CORAÇÕES | UMA SÓ CHAMA | UM ´SÓ REI

THE
ONE FIRE

Sabe quando parece que o coração tá em modo silencioso? Você canta, vai, participa… mas por dentro, tudo parece distante. Como se a presença estivesse perto de todo mundo, menos de você.


É nesse ponto que muita gente se perde achando que é "normal", mas a verdade é que o fogo não se apaga do nada. Ele apaga quando os pilares que sustentam a chama começam a ruir — e você ignora...


Porque não existe fogo sem lenha.

Não existe presença constante sem fundamento firme.


Toda vida cheia do Espírito carrega uma raiz profunda… feita de práticas simples, mas inegociáveis.


O problema?


É que muitos querem os frutos do alto, mas desprezam os processos do secreto. Querem autoridade sem altar.


Querem fogo sem fornalha.

Querem gritar “envia-me!”, mas nunca passaram tempo suficiente escondidos no “esconde-me”.

Querem o som do céu... mas não o silêncio do quarto fechado.


Mas se você olhar pra Jesus, pros apóstolos, pra Daniel, Ana, Paulo… todos os que marcaram gerações espirituais — você vai encontrar uma mesma base sustentando tudo: jejum, oração, palavra e adoração.


Essas não são “rotinas religiosas”.

São práticas espirituais que mantêm a chama acesa, dentro e fora do monte.


Vamos falar sobre elas. Não como teoria. Mas como um chamado urgente para uma fé viva.


O jejum, por exemplo, não é pra os “super santos”. É pra todo crente que quer parar de andar em círculos. Jesus disse: “Quando jejuardes...” (Mateus 6:16).


Não foi “se”, foi “quando”. Ele deixou claro que o jejum era uma prática esperada no cotidiano de quem O segue. Em outro momento, quando os discípulos não conseguiram expulsar um demônio, Ele explicou: “Essa casta só sai com jejum e oração.” (Marcos 9:29).


Ou seja, existem batalhas espirituais que só se vencem com carne dobrada e espírito afiado.


Daniel, mesmo no palácio, mesmo cercado de luxo, jejuou por dias, se privando do melhor da mesa real para buscar a vontade de Deus — e foi nesse ambiente de jejum que ele teve revelações profundas, visões do céu, direção clara. O jejum não é só renúncia. É afinação. Ele alinha o espírito com o que o céu está dizendo e nos afasta da distração barulhenta da alma.


Mas o jejum sem oração… é DIETA.


A oração é onde tudo se transforma. É onde falamos, mas principalmente ouvimos. Jesus ensinou: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai que está em secreto...” (Mateus 6:6). Ele nos chama pra intimidade. Não é sobre palavras bonitas. É sobre conexão. É no secreto que a voz do Pai se torna clara.


A oração é lugar de relacionamento. Mas também é lugar de guerra. A Bíblia diz: “Orai uns pelos outros para que sareis.” (Tiago 5:16). Oramos por nós, mas também pelos outros. Há cura quando intercedemos. Há livramento quando oramos com fé. Ana orou até ser mal interpretada por Eli, mas do ventre da sua oração nasceu Samuel. Jesus orou até suar sangue. Estêvão orou perdoando enquanto morria. Paulo orava sem cessar. Pedro orava antes de cada decisão. Quem ora, vive no ritmo do céu.


E se a oração é a respiração da fé, a Palavra é o alimento.


Não existe vida cristã saudável sem Bíblia.


Ela não é só texto. Ela é A PALAVRA. É viva. É espada.


O salmista disse: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho.” (Salmos 119:105).


É ela que clareia os lugares que nossos olhos não alcançam.

É ela que sustenta a fé: “A fé vem pelo ouvir, e ouvir a Palavra de Deus.” (Romanos 10:17).

Ela é a semente que gera frutos — Jesus disse isso na parábola do semeador (Lucas 8). Mas a mesma semente pode cair em terra dura, em espinhos, em pedras...


Quem ouve e não guarda, perde.

Quem ouve e não medita, esquece.

Mas quem ouve e guarda no coração… esse frutifica a 30, 60 e 100 por 1.


É por isso que a gente não pode se acostumar com a Bíblia aberta só no domingo.

Ela precisa estar aberta durante a semana,

no celular, no caderno, na mente… no coração.


Agora… tudo isso sem adoração é ativismo.

Porque adoração é o combustível que transforma prática em presença.


Mas adoração não é só música. É vida.

Jesus no poço com a mulher samaritana diz:

“Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Deus é espírito, e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:23-24)


Ela estava preocupada com o lugar da adoração, se era no monte ou no templo.

Jesus desarma tudo e diz: “não é sobre lugar. É sobre o coração.


A adoração começa quando o coração se curva.

Começa quando você diz “não” pro orgulho, perdoa sem ser reconhecido, serve sem que ninguém veja.

É fácil levantar as mãos na canção. Difícil é manter o espírito curvado no dia ruim.


Mas é isso que o Pai procura: adoradores. Não artistas. Não performáticos. Não perfeitos. Mas verdadeiros.


Tudo o que está escrito aqui não é pra impressionar, é pra te lembrar:

isso é básico. Mas é inegociável.


É o que sustenta. É o que acendo a verdadeira chama

Sem esses fundamentos, a fé vira evento. A chama vira fumaça.


Volte a jejuar.

Volte a orar com intensidade.

Volte a abrir a Bíblia com fome.

Volte a adorar com a vida, não só com a voz.


Porque quem vive nesses pilares,

não só arde por Jesus…

mas acende outros, incendeia os perdidos.

#003 - Práticas Espirituais | Os 4 pilares que movem o sobrenatural na vida de um cristão

Gabriel Lemos

Cartas em Chamas – One Fire Movement


DESPERTAR OS QUE DORMEM

REUNIR OS CHAMADOS

INCENDIAR OS PERDIDOS



Um movimento que não vive de encontros…mas de resposta contínua. Queima todos os dias, a toda hora, até que Ele venha.



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